Montando um roteiro de viagem parte II

Como prometido, aqui estou eu para ajudar quem precisa a montar aquele roteiro eficiente, mas sem ficar preso a horários. No post anterior falei um pouco sobre como planejar uma viagem, definir o lugar, as cidades que você quer passar, definir a quantidade de dias, analisar se seu roteiro é viável, e decidir quantos dias em cada lugar, esse ponto vou explicar mais aqui, pois ai entra a pesquisa do que fazer nos lugares que você vai passar.

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Você já está com a passagem comprada, e escolheu passar por 3 cidades, tem 15 dias de viagem, tirando a ida e a volta sobram 13 dias para aproveitar tudo, mas você não tem ideia do que fazer e quantos dias ficar em cada lugar, calma que vou te ajudar de uma maneira bem fácil e depois isso vai começar ser natural na hora de planejar suas viagens. Vou usar as cidades que já estive como exemplo ok!? Mas isso serve para qualquer lugar do mundo, só vou citar as cidades mas a forma de pesquisar e pensar é a mesma.

Primeira coisa para decidir a quantidade de dias é pesquisar o que tem para fazer em cada cidade, pesquise muito, pontos turísticos, lojas, shoppings, outlets, restaurantes, museus, parques… Veja o que tem de mais legal naquela cidade, o que as pessoas procuram quando vão a esse determinado local, anote tudo que achar interessante, tudo que quer fazer, dê print, escreva, salve links e fotos, tudo que possa ajudar.

Coloque em um papel os dias tipo dia 1, dia 2, dia 3, e assim por diante, já deixe os dias de chegada e partida bem sinalizados e os outros livres, pesquisado o que fazer em cada lugar; acho que não vai precisar muito para definir isso, separe a quantidade de dias que julgar adequado em cada cidade e já marque os dias que vai sair de cada uma, depois vá preenchendo os dias de acordo com o que você quer fazer, lembrando que você não precisa ficar preso a isso se não quiser, é só para ter noção do que pretende fazer e não ficar perdido quando chegar. Por Ex:

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Decidir os dias em cada cidade é importante para reservar os hotéis na data certa e não ter problemas, uma viagem bem planejada também significa economia, reservando os hotéis antecipadamente você pode pagar parcelado, ao invés de pagar a vista lá na hora. Roteiro por dia pronto, anote todos os endereços de onde quer ir, nome de lojas e tudo mais, você pode levar uma pastinha com tudo escrito/impresso em papel mesmo, ou fazer uma pasta no celular e um bloco de notas com tudo que precisa. Eu prefiro no celular porque já basta os papeis de passagem, reserva de hotel, seguro, carro… É mais prático e você tem sempre à mão, só não esqueça de um carregador portátil e que nem sempre você pode conseguir internet, então tente não depender dela, deixe tudo anotado e salvo em uma pasta da viagem para ser fácil de achar. Exemplo de como marco tudo que me interessa no bloco de notas do celular, confesso que não fiz tudo, mas fica para a próxima.

Tente não fazer um roteiro milimetricamente exato, com muitas coisas em dia só, planeje mais ou menos o que quer fazer, mas dê espaço para coisas novas que podem acontecer no caminho, um roteiro muito certinho a gente acaba não curtindo, e pra mim viajar não é cumprir roteiro é aproveitar o que aparece à minha frente e estar disposta a mudar meus planos de acordo com meu humor e com o tempo/clima. Se tiver algum jogo ou show que precise de ingresso compre sempre antecipadamente, você evita filas e não corre o risco de ficar sem ou pagar mais caro.

Ano passado quando fui viajar, assisti a um jogo dos Lakers, o jogo era as 19h, nesse dia acordamos e eu já preferi ficar nas redondezas do estádio. Em Los Angeles tem muito transito, como eu já sabia disso não quis correr o risco, então fiquei em shoppings e lojas não muito distantes do estádio, para não correr o risco de perder a hora e o jogo. Pense sempre assim, quando for anotar os endereços agrupe-os por proximidade, use muito o Google Maps, ele vai ser seu melhor amigo nessa fase, para os dias defina coisas que são próximas umas das outras, que você possa fazer a pé ou que tenham curta distância ente si.

Na minha última viagem fui a lugares que já conhecia, então eu buscava coisas diferentes, e pesquisando muito optei pelo Grand Canyon, onde falei aqui, e aqui. Pontos turísticos são bem legais, mas eu gosto de ir além, adoro fazer coisas menos turísticas e mais locais sabe!? Ajuda a viagem a ser inesquecível, por isso deixo meus dias “livres” assim se passo em algum lugar que não estava na minha lista para conhecer eu paro e exploro, na maioria das vezes vale muito a pena fazer isso e você descobre lugares maravilhosos, e ajuda os amigos nas dicas também quando alguém precisar.

Decida se vai alugar carro ou não, existem cidades que realmente não é necessário, como é o caso de Nova York, além do transporte ser super eficiente arranjar estacionamento não é nada fácil na cidade, a não ser que você queira fazer um road trip, ir para o Canadá, Washington… Eu sou o tipo de pessoa que gosto da comodidade que o carro me traz, não preciso depender de taxi, uber ou transporte público. Gosto de andar e se achar algo legal no caminho parar, sair sem hora para voltar, e por isso que eu sempre opto por carro. Já vi muita gente dizendo que tem medo, não sabe como é dirigir fora e tal. Por experiência própria, é a melhor coisa do mundo, por mais básico que seja seu carro ele é automático, tem direção hidráulica, piloto automático, sem contar que as estradas são infinitamente melhores que as do Brasil e os motoristas muito pacientes, então sem medo, leve um GPS porque ninguém quer depender de internet e vai na fé. Se o seu voo for de multiplos destinos não se preocupe, há a opção de você pegar o carro em uma cidade e devolver em outra, as locadoras costumam cobrar um taxa por isso, mas nada absurdo, e normalmente já está inclusa no valor da diária.

Montar um roteiro é muito importante para não ficarmos perdidos quando chegarmos no destino, mas como eu disse não é necessário aquele roteiro estritamente exato, com hora e tudo certinho, o mais gostoso é andar por aí e se deparar com algo interessante no caminho e aparar para conhecer. Isso sempre acontece nas minhas viagens, na primeira vez que estive em Los Angeles estávamos indo para o nosso destino do dia na cidade e passamos por uma plantação de morangos e tomates com uma venda na frente, paramos, compramos as frutas e ainda colhemos morango da hortinha. Nessa mesma viagem, estávamos indo para Hollywood e nos deparamos com uma “garage sale” aquelas vendas que os americanos fazem aos finais de semana, e claro que paramos para ver o que tinha de bom, meu pai quase comprou um kit completo de poker com mesa e tudo, mas era tão pesado que ele ficou com medo  de não dar nas malas. Essas coisas que são legais de explorar quando estamos viajando, e muitas vezes quando fazemos aquele roteiro cronometrado acabam passando batido.

Para quem gosta de roteiro certinho por hora e tal minha dica é deixe espaços durante o dia, não coloque muita coisa junta ou que não dê tempo de curtir o que aparecer pelo caminho, deixe os dias mais flexíveis para possíveis surpresas, aposto que você não vai se arrepender.

Planejar uma viagem é uma das partes mais gostosas, e eu espero ter ajudado um pouco quem está nessa fase e não sabia por onde começar, como disse não sou expert mas tenho um imenso prazer em fazer isso, organizar e pesquisar são meus fortes, as vezes até mesmo quando não tenho nada marcado começo a pesquisar sobre algum lugar que vi por aí, tenho um bloco de notas só sobre lugares que quero conhecer, e muitos deles já sei até o que pretendo fazer. Por isso pesquisem muito, escrevam muito, salvem tudo que puder ajudar, monte e desmonte seu roteiro brinque com todas as possibilidades mas não esqueça que os imprevistos acontecem e no caminho podemos nos surpreender muito, então não liguem se o roteiro não sair exatamente como planejado, o importante é ter tido uma viagem bem aproveitada, cheia de surpresas boas e lembranças inesquecíveis.

Beijos

Montando um roteiro de viagem parte I

Eu adoro viajar e pesquisar sobre os lugares que vou, o que fazer, onde ir, restaurantes, pontos turísticos, lojas… É tanta coisa que a gente fica super perdido, ainda mais se for em algum lugar que ainda não conhecemos, queremos fazer tudo de legal sem perder nada mas não temos noção de como começar a montar um roteiro eficiente para a tão sonhada e esperada viagem né? Aí nessas horas nada melhor do que conversar com alguém que já esteve nesse lugar que você vai visitar para ter noção de onde partir sua pesquisa e ajudar a otimizar o máximo o roteiro, porque na verdade não da para fazer tudo, mas organizando direitinho dá pra montar algo bem legal, mas para isso é preciso MUITA pesquisa. E tem coisa melhor no mundo do que planejar uma viagem? Acho que não.

Eu não sou a expert em viagens, ainda quero ser, mas tenho alguns bons carimbos no passaporte e um senso de organização bem bom que me ajuda muito na hora de planejar o que quero fazer, então algumas coisas para mim são bem mais simples na hora de começar a montar um roteiro. Na verdade eu não sigo roteiros, acho que já comentei por aqui que gosto de ficar livre, tipo acordar e decidir o que fazer de acordo com meu humor, mas isso não quer dizer que eu não saiba o que quero conhecer no lugar que estou, nem que não tenho noção de nada, longe disso, eu só não sigo um roteiro dia a dia. Mas sempre levo anotadinho locais que quero conhecer, endereços de lojas, planejo quantos dias ficarei em quais lugares, se a viagem envolver mais cidades, quando for a tal lugar sei que perto tem coisa X e Y, ai junto e faço tudo que for perto. Esse planejamento eu faço sempre, e é super necessário para a viagem, mas montar roteiro por dia isso eu não costumo fazer, porque pode ser que eu vá a um determinado local e goste e queria passar o dia por lá, e ai já inviabilizei o resto que eu tinha planejado, ou então pode acontecer também de ter planejado passar o dia inteiro no lugar X e chegando lá não é tudo isso e 1h já foi o suficiente, ai fico com o dia livre. Então para mim Emily, gosto de deixar os dias livres e ir decidindo conforme a viagem for acontecendo.

Mas não é sobre isso que eu quero falar, muita gente adora seguir roteiro dia a dia, e precisa de ajuda para isso porque não é tarefa fácil de fazer. E eu estou participando de alguns grupos de viagem no Facebook onde as pessoas trocam muitas informações e dicas legais, comento muito por lá de lugares que conheço e percebi que muita gente tem se interessado e até me chamado por inbox para ajudar a montar um roteiro e otimiza-lo da melhor forma, então pensei “porque não escrever um post sobre isso e alcançar mais pessoas?” Sintam-se a vontade para me consultar caso julguem necessário, como disse não sou expert, mas adoro fazer isso e acredito ter uma certa facilidade. Então vamos ao que interessa, vou dar algumas dicas fáceis para ajudar vocês a montarem um ótimo roteiro de viagem e se permitirem a fazer o que querem sem ficarem presos a horários e tal. Mas vou dividir o post em duas partes, a primeira de como planejar uma viagem ANTES de comprar a passagem aérea para decidir melhor os voos, cidades e quantidade de dias, e a segunda DEPOIS de já ter comprado a passagem e planejar o que fazer no destino.

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O primeiro passo é decidir para onde ir, muitas pessoas já tem isso bem definido, então decidido isso pense as cidades que quer conhecer ao redor, por ex. Você quer ir para Los Angeles, mas pertinho de LA tem San Diego, Las Vegas e se deslocando um pouco mais San Francisco, e você quer juntar todas essas cidades em uma viagem só. Comece a pesquisar as distâncias de uma cidade a outra de carro, levando sempre em consideração que o tempo de deslocamento nunca é exato, porque sempre tem coisas à fazer pelo caminho, conte com paradas para descanso, compras, visitar locais… Tente ver um voo com múltiplos destinos, ir por uma cidade e voltar por outra, assim você economiza tempo de estrada e aproveita mais na cidade, isso vale para distâncias mais longas, tipo acima de 500Km a ida e a volta.

Decidido as cidades é hora de ver quantos dias disponíveis você tem para realizar essa viagem, não se esqueça que o dia de chegada e partida não contam por serem muito corridos e cansativos, então são quase nulos. Eu acho ideal de 10 a 15 dias na viagem, então você tira um dia para a ida e outro para a volta e deixa 10 dias no lugar que vai ficar, 12 dias de viagem, mas você só vai ter 10 para conhecer, tirando o dia da ida e da volta.

Pronto cidades e tempo decididos é hora de analisar se o que você quer fazer é viável, porque ninguém quer passar a viagem inteira dirigindo e não aproveitando nada certo? Ano passado quando fui viajar para a Califórnia queria muito fazer San Francisco, Los Angeles e Las Vegas, mas eu só teria 13 dias de viagem 11 dias inteiros para fazer tudo, aí pesquisando as distâncias vi que seria muito inviável para mim ir para SF que fica a mais ou menos 600Km de distância de LA, e Vegas fica a mais 450km de LA, sem contar que meu voo descia em San Diego e a volta era por Los Angeles. Percebe que seria muito corrido fazer tudo junto? Então tive que optar e resolvi deixar San Francisco para uma próxima para eu aproveitar mais.

Outra coisa importantíssima é definir a quantidade de dias em cada cidade que você vai ficar, eu acho ideal 5 dias independente de onde for, é um tempo bem bom, onde você consegue fazer bastante coisa, se habituar com a cidade e fazer tudo que quer tranquilamente, mas nem todo mundo consegue ficar todo esse tempo, então decida um tempo interessante que lhe convém para cada local que vai ficar. Na minha última viagem fiquei a primeira noite em San Diego, 5 em Las Vegas e mais 5 em Los Angeles, e de lá partiu nosso voo para o Brasil. Quando você compra um voo com multiplos destinos pense sempre em terminar sua viagem na cidade que seu voo parte de volta, eu acho mais cômodo, assim você evita stress, correria e fica mais tranquilo.

Para ajudar nesse ponto de definir a quantidade de dias em cada cidade o próximo post será muito útil, pois falarei de como montar um roteiro eficiente para os dias da viagem. Para mim, não tem como falar em planejar uma viagem sem antes pensar em tudo isso que falei acima, é tão natural pra mim pensar dessa forma e tão automático que sempre que penso em ir para algum lugar já começo a pesquisar as infinitas possibilidades de voos e cidades que posso conciliar em uma viagem só, assim a gente aproveita ao máximo.

Outra coisa que não posso deixar de citar é sempre preste atenção nas escalas e conexões que seu voo vai fazer, muitas vezes da para aproveitar e conhecer um outro país ou cidade, para isso você pode pedir para ficar um ou dois dias no local da conexão, ou até mesmo pedir uma escala com mais horas, tipo 12h/15h assim da para dar uma volta e passear. Eu já aproveitei um voo que ia para Los Angeles e fazia conexão em Nova York, fiquei 2 dias na cidade, que sinceramente não foram suficientes, mas pude conhecer um novo lugar e ficar com gostinho de quero mais. Muitas vezes o valor da passagem não muda por isso, ou se mudar vai ser bem pouco, valendo muito apena essa opção.

Quando se trata de viagens temos que tentar todas as opções e fazer o máximo que der, aproveitando tudo. Esses dias pesquisando um voo para a Europa vi uma companhia aérea que faz conexão em Istambul, e eu já fiquei aguada para aproveitar e ficar 2 dias na cidade, conhecendo um outro país que talvez eu nem pensasse em ir se não fosse por essa conexão. Por isso sempre preste atenção nas escalas, aproveite ao máximo tudo que puder conhecer, porque a viagem começa bem antes de chegarmos no destino, para mim ela começa no planejamento, e porque não planejar várias possibilidades?

Até o próximo post com muitas dicas de como montar um roteiro eficiente.

Beijos

 

Receitas com Maionese

Quem aí também adoora maionese na comida!? Eu sou a louca da maionese, como com lanche, com porções, com arroz e faço várias receitas gostosinhas que vão muito além da salada de batatas com maionese. Esses dias recebi para testar a nova Hellmann’s Receita Original, que é o novo lançamento da marca e claro que eu não podia deixar de fazer um post bem gostoso e recheado de receitinhas fáceis. Mas antes um pouco sobre a nova Hellmann’s Original

Em 1913, lá em Nova York, Richard Hellmann criou com sua esposa a primeira receita de Hellmann’s. Como símbolo de sua qualidade, Richard colocava um laço azul em cada pote de sua maionese que rapidamente ganhou fama por toda sua cremosidade e delicioso sabor!

Uma receita superior, inspirada na receita original de Hellmann´s. O resultado? Uma maionese de textura cremosa, leve, aveludada e que derrete na boca. É simplesmente deliciosa e temos a CER-TE-ZA que você irá se surpreender!


Eu adorei a Helmann’s Original, achei ela suuuper cremosa, tem textura bem mais consistente e é muito saborosa. Agora vamos para as receitinhas!? Aposto que vocês vão adorar.

Frango assado com maionese Hellmann’s Original e cebola

Ingredientes

  • 1kg de coxa e sobre coxa (pode ser também coxinha da assa)
  • Grill a gosto
  • Meia cebola bem picadinha
  • 1 Colher de sopa de molho Shoyu
  • 2 Colheres de sopa de Maionese Hellmann’s Receita Original

Modo de Preparo

Em um refratário que possa ir ao forno tempere o frango com o grill e reserve, em um bolw misture a maionese com a cebola e o molho Shoyu. Lambuze bem o frango com essa mistura, cubra o refratário com papel alumínio e leve ao forno por 1h ou até dourar.

Salada de macarrão com atum

Ingredientes

  • 1 Pacote de macarrão fusili ou penne
  • 1 lata de atum
  • 2 Colheres de sopa de maionese Hellmann’s Receita Original
  • 1 Cenoura ralada
  • Temperos a gosto

Modo de preparo

Cozinhe o macarrão com sal e escorra, misture em um refratário com os demais ingredientes e leve à geladeira, sirva gelado.

Cebola cremosa para acompanhar bife

Ingredientes

  • 1 Cebola cortada em rodelas
  • 1 Colher de sopa de maionese Hellmann’s Original
  • 1 Colher de sopa de molho Shoyu

Modo de preparo

Ferva as rodelas de cebola em água com o molho shoyu por 10 minutos, depois de fervidas jogue na frigideira do bife e misture com a maionese. Sirva junto com a carne.

Essas são algumas das receitinhas que faço com a Hellmann’s Original, são todas bem práticas e saborosas, dá para fazer bastante coisa gostosa a maionese da um toque cremoso e todo especial aos pratos. Alguém aí também cozinha com esse ingrediente?

Beeijos

 

 

 

 

 

 

Natal em SP Restaurantes

Sei que estou um pouco atrasada com o post sobre o natal, mas fica como dica para o próximo ou até mesmo a dica do local para um jantar especial.

Para mim o natal é a época mais linda do ano, o mês de Dezembro tem um clima super gostoso, e em casa os preparativos já começam em novembro, que é quando eu monto monto a árvore e enfeito a casa, adoro quando o mês vai passando e a árvore ficando cheia de presentes em baixo. O dia 24 é o mais gostoso, todos aqueles preparativos, a arrumação da casa e tudo mais deixa o dia com um clima super alegre, descontraído e cheio de coisas boas. Mas de uns anos pra cá as coisas mudaram muito nos meus natais, tenho viajado com meus pais para passar essa data de um jeito diferente, já fui para Curitiba, Buenos Aires e Foz do Iguaçu, todos os anos foram bem diferentes e divertidos.

Já esse ano, logo em outubro começaram as pesquisas para quais lugares iríamos, mas não consegui achara nenhum lugar legal que fosse acessível, então comecei a ver restaurantes em SP mesmo para passarmos essa data de uma outra forma. Pesquisei bastante e gostei de dois restaurantes,  o Café Journal e o Praça São Lourenço, o primeiro oferecia somente a ceia do dia 24, já o segundo oferecia a ceia do 24 e o almoço do 25, então escolhemos os dois, cada um para um dia.

A reserva tem que ser feita com bastante antecedência, e para garantir a reserva o pagamento tem que ser efetuado, o menu era muito variado e as bebidas estavam inclusas, a ceia do Café Journal era all inclusive, então até as bebidas alcoólicas estavam inclusas, já no Praça São Lourenço somente suco, água e refri. O sistema era de buffet, e tinham vários pratos típicos de natal assim como outros bem diferentões, eu mesma quase não comi nada que se come no natal.

Ceia de natal dia 24/12 local Café Journal

Valores

  • Adulto R$430
  • Crianças de 12 a 17 anos R$220
  • Crianças até 11 anos não pagam

Logo na entrada tinha uma recepção com drinks sem álcool, e em seguida fomos levados a nossa mesa, o local estava super lindo e bem decorado, e com músicas natalinas. As 23:45 o papai noel entrou passando em todas as mesas, tirando fotos e para quem fez o cadastro antecipado entregou presentes para crianças e adultos, foi bem divertido, pois o restaurante estava bem tranquilo, então ele entregou vários presentes. O atendimento foi impecável, garçons muitos solícitos e simpáticos, as comidas eram repostas no buffet a todo momento, não teve uma hora que fui me servir que estava faltando algo, as bebidas vinham super rápido à mesa. Foi uma noite realmente agradável e diferente, afinal o natal somos nós que fazemos e o que importa é estarmos rodeados de quem amamos.




Ah eles ofereceram também a ceia de ano novo, os valores mudavam bastante, estava entorno de R$600, mas era mais festa mesmo, com Dj e tudo mais, o natal foi bem familiar e tranquilo. Super indico o local para essa data ou até mesmo uma comemoração especial, eu estou doida para voltar lá em algum jantar fora de época.

O restaurante fica na Alameda dos Anapurus, 2967 – Moema.

Site Caféjournal.com.br

Almoço de natal 25/12 local Praça São Lourenço

Valores

  • Adulto R$197
  • Crianças de 9 a 11 anos R$97,50
  • Crianças até 8 anos não pagam

Esse restaurante é como se fosse em uma praça mesmo, ficamos na parte interna, mas na parte externa tem um lago e casa na árvore, é bem diferente e gostoso. O buffet estava muito variado, com pratos diferentes e algumas opções típicas de natal, as bebidas alcoólicas não estavam inclusas, somente suco, água e refri. As 14h teve papai noel que passou rapidamente pelas mesas. Esse restaurante por ser bem maior que o do dia anterior estava bem cheio, mas passamos um tarde gostosa e tranquila ao lado da família.


O restaurante fica na Rua casa do ator, 608 – Vila Olímpia.

Site Praçasãolourenço.com.br

Estava um pouco preocupada pois foi eu quem escolhi os restaurantes e apesar de terem sido lugares que sempre quis ir não conhecia e não sabia como ia ser nessa data, então estava bem apreensiva, mas o pessoal gostou bastante, meu tio falou que fiz ótimas escolhas. Apesar de ter gostado muiiito dos dois, o Café Journal ganhou meu coração, acho que por ser menor e não estar lotado, o ambiente super aconchegante e cuidadosamente decorado. A comida foi feita com muito carinho e cada prato estava divino, até o chefe foi em nossa mesa e o elogiamos muito, estava tudo muito saboroso, deu para perceber a delicadeza que foram feitos cada prato que ali se encontravam. Me senti acolhida, confortável era como se não estivéssemos em um restaurante, estava tudo tão tranquilo que não queríamos ir embora, só fomos por causa do cansaço.

Já o Praça São Lourenço apesar de ser um belo restaurante e o local ser muito bonito e diferente, ele é bem restaurante mesmo, estava bem cheio, mas fomos atendidos muito bem, a comida estava maravilhosa e o ambiente muito acolhedor.

Fiquei feliz em escolher tão bem lugares para passar uma data tão especial como o natal, eu que já estou acostumada a passar fora foi bem gostoso, mas quem está acostumado com festa, família toda reunida, amigo secreto, e todas essas coisas estranha um pouco, assim como estranhei no meu primeiro natal fora, que foi em Curitiba, passamos em um restaurante muito bom mas foi bem diferente de tudo que eu estava acostumada com anos de festona em família.  Mas é algo que vale a pena fazer, é diferente, é gostoso, e agora eu percebo o quanto as famílias estão deixando essa coisa de festa de natal de lado, nunca imaginei que teriam tantas opções de restaurantes em SP que abrissem nessa data, e menos ainda que é uma data que pessoas saem de casa. Tinha algumas mesas na ceia do dia 24 que era só a mãe, o pai e os dois filhos, outra mesa só um casal, em outra duas amigas, mas também tinha a nossa com 8 pessoas, e uma ao lado com os avós, tios, e crianças.

Agora quero voltar nos dois restaurantes para um jantar, e terei certeza que fiz boa escolha.

Beijos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assistindo um jogo dos Lakers em Los Angeles

Voltei com mais um post da viagem,já faz um mês que voltei mas as dicas nunca acabam, e eu não podia deixar de compartilhar com vocês minha experiência de assistir um jogo de basquete dos Lakers em Los Angeles. Desde a primeira vez que fui para LA queria ver um jogo deles, afinal os Lakers é um dos times de basquete mais famosos e sempre achei supre americano esse tipo de evento. Mas não conseguimos ir a um jogo a primeira que estive na cidade em 2013, não me lembro se não era temporada ou se os ingressos estavam absurdamente caros. Mas acabamos indo a um jogo de baseball e foi super divertido, me senti dentro de um filme. Na segunda vez que estive em LA também não rolou, e quando surgiu a oportunidade dessa terceira viagem à cidade que eu mais amo, resolvi dar um google para ver se teria algum jogo deles enquanto estaria por lá, e para minha surpresa sim, o que eu achei foi a pré temporada, mas mesmo assim seria um jogo dos Lakers.

Confesso que fui super precipitada, achei o jogo com meses de antecedência, e ainda nem tinha aberto venda, nem pré venda, mas eu já sabia a data que ia começar a vender os ingressos então quando o dia chegou eu fui toda feliz acompanhar pelo site, e sério, eu acompanhava quase que de 15 em 15 dias, e isso foi em Maio, sendo que eu viajaria só em Outubro, percebi que os ingresso não estavam tããão requisitados quanto eu imaginei que estariam, talvez por ser pre-season, então eu tranquilizei um pouco e deixei para comprar mais perto da viagem.

Para achar o jogo eu joguei no Goole “NBA Lakers”, e entrei direto no site da NBA do time Lakers, e lá fui em tickets, o site é em inglês mas é muito simples de mexer. Vi que teriam vários jogos no mês de Outubro, e bem no dia que estaria em Los Angeles achei um jogo, e melhor de tudo o estádio ficava meio perto de onde estava hospedada, e isso para Los Angeles é raro, porque lá tudo é super longe de tudo. Para comprar o ingresso eles te direcionam para o site ticketmaster, e a compra é feita toda por lá, o site também é em inglês mas é super simples, não tem erro. Ah tenho uma dica para vocês, no momento da compra eles oferecem um seguro para o ticket, que custa 6 dólares, esse seguro serve para que se você tiver qualquer problema e não puder comparecer ao jogo ou o jogo for cancelado você recebe o dinheiro de volta, achei super interessante porque muitos dos ingresso são caríssimos, tipo de 300 a 500 dólares por pessoa, mas como eu comprei o basiquinho não vi necessidade de adquirir esse seguro.

Nosso jogo foi dia 21 de Outubro as 19h no Honda Center localizado em Anahein, passamos o dia de boa, fazendo compras sem ir a lugares muito longe porque fiquei com medo do trânsito, LA tem um trânsito infernal, se você acha que SP tem trânsito é porque a cidade não tem estradas, agora pensa em uma cidade imensa com estradas que se ligam, passam por cima uma da outra, nunca vi tanta estrada, (mentira vi sim, em Austin no Texas), mas é estrada que não acaba mais e transito em todas elas, não tem como escapar, a menos que você não pegue as estradas expressas e fique dentro das cidades, e foi o que fizemos.

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Chegamos super cedo ao estádio, era umas 17:30 mais ou menos, a segurança para entrar é coisa impressionante, era só um jogo de basquete, mas tinha detector de metal, você tinha que abrir a bolsa e tal. Logo na entrada tinha uma lojinha oficial dos Lakers para quem quisesse comprar camiseta, aquele dedo, e outros souvenirs super legais mas bem caros. Meu namorado comprou uma camiseta para ele, e um dedo para curtirmos o jogo, eu ia pegar uma camiseta mas fiquei com dó de pagar 25 doletas pra depois não usar mais, porque homem com uma camiseta dos Lakers é legal, mas para mim não faz meu estilo usar por aí.

O estádio é enorme, nosso lugar era beeem lá em cima, mas acho ótimo os lugares altos, a gente consegue ver tudo e tirar boas fotos. Não comemos nada por lá, tínhamos almoçado tarde. O jogo em si é bem divertido, acho algo super típico, muito americano, a gente se sente dentro de um filme mesmo. Durante o jogo fica tocando musica, e a interação da arquibancada é enorme, quase que a gente não presta atenção nos jogadores lá em baixo, toda hora eles pedem para bater palmas, fazer barulho, fazem ola, e do nada as animadoras entram na quadra para dançar, sem contar a câmera do beijo e outras câmeras que fica filmando o pessoal, é de mais!

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A duração é de mais ou menos 2h mas passa rapidinho de tão legal que é. Infelizmente os Lakers perderam para o Phoenix Suns, a diferença foi bem pouca, acho que 2 pontos, mas o que vale é estar lá e valeu muito. O ingresso não foi tãão barato assim, como comprei pela internet eles cobram várias taxas, o custo do ticket é $27, mas com todas as taxas saiu $43 dólares, se formos converter dá uma graninha boa, mas sério é um dinheiro bem gasto, e eu indico muito.

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Na saída é tudo muito organizado, sem tumulto, eles fecham uma parte da rua na frente do estádio e fica cheio de segurança organizando o transito local, a saída de carros do estacionamento é tranquila, mas pela quantidade de carros demora um pouco, mas é super organizado também.

Dicas gerais

  • O site para ver os dias de jogos é NBA Lakers
  • Leve o ticket impresso pois eles scaneiam o código de barras, não pode ser pelo celular.
  • Os jogos de temporada são mais concorridos do que os da pré temporada.
  • O estacionamento ao lado do estádio é pago e é caro, 20 dólares, mas não tem como fugir se você estiver de carro.
  • Não existe nenhum tipo de barraquinhas ou vendedor de ingresso do lado de fora do estádio.
  • Você pode entrar e sair do estádio, basta estar com seu ingresso em mãos e passar pela segurança novamente.

Bom é isso, se eu tiver algo para falar desse dia é que vale muito a pena assistir um jogo de basquete, eu sou o tipo de pessoa que adoro deixar algumas coisas “super turista” de lado e fazer mais coisas culturais e locais, afinal viagens são para vivenciarmos novas culturas e costumes.

Beeeijos e até o próximo post

Grand Canyon South Rim

Depois de toda expectativa que fiz no post sobre a nossa road trip pela rota 66 de Las Vegas ao Grand Canyon South Rim, aqui vou falar da minha experiência dentro do parque nacional e como foi fazer a vigem bate e volta de Vegas até essa maravilha, vamos lá que temos muito assunto para esse post.

O Grand Canyon está localizado no estado do Arizona, tem 446km de extensão, 29km de largura e 1,6km de profundidade, é considerado uma das sete maravilhas do mundo natural e foi esculpido por meio de processos erosivos principalmente pelo Rio Colorado e seus afluentes há aproximadamente 2 bilhões de anos. É dividido em três partes, Grand Canyon West Rim, Grand Canyon South Rim e Grand Canyon North Rim, somente o South Rim e o North Rim estão dentro do Grand Canyon National Park, que recebe cerca de 5 milhões de turistas por ano e é administrado pelo governo americano.

Grand Canyon West

É comandado pela tribo de índios Hualapai e não está localizado dentro do Grand Canyon National Park. É nessa parte que tem a Skywalk, aquela plataforma de vidro em forma de U onde você pode andar e ver o Canyon em baixo dos teus pés. A borda oeste fica a aproximadamente 200km de Las Vegas. Você pode escolher duas opções de tickets para visitar esta borda:

  • Legacy Package Adult U$46,95 por pessoa, que inclui estacionamento e ônibus que te levam aos três pontos de observação (Eagle Point, Hualapai Ranch e Guano Point).
  • Gold Package U$71,38 por pessoa, que está incluso a entrada para a Skywalk e refeição no local além do ônibus.

É proibido a entrada com câmera fotográfica e celulares na Skywalk, então você fica preso a levar a foto que os fotógrafos do local tiram, e quem vai deixar de levar uma lembrança desse momento para casa? E aí vai morrer mais pelo menos U$20.

Grand Canyon North Rim

É aberto aos visitantes somente de 15 de maio a 15 de outubro, por isso é  menos visitado e sua estrutura é menor, conta com hotel, área para camping e restaurante. Além de áreas não pavimentadas e menos pontos de observação (Bright Angel Point, Point Imperial, Cape Royal) do que o South Rim. Fica a 425km de Las Vegas.

Grand Canyon South Rim

É a parte mais visitada do Grand Canyon, está localizado a 450km de Las Vegas e tem uma ótima estrutura, hotéis, restaurantes, áreas para camping, mercado, correio, banco, etc. Conta com 4 linhas de ônibus que levam aos vários pontos de observação e até a cidade de Tusayan, que fica próxima ao parque nacional, muitas pessoas se hospedam nessa cidade para explorar o canyon por alguns dias. Quem quiser também pode se hospedar dentro do Parque, mas é preciso que a reserva seja feita com alguns meses de antecedência.

As linhas de ônibus que estão disponíveis dentro do parque são gratuitas e são elas:

  • Village Route (linha azul) circula pelo Grand Canyon Village, levando do Centro de visitantes até estacionamentos, hotéis, campings e restaurantes.

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  • Kaibab Rim Route (linha laranja) circula do centro de visitantes levando até cinco vistas cênicas, incluindo um museu de geologia.

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  • Hermist Rest Route (linha vermelha) circula do Grand Canyon Village até Hermist Rest, conta com 9 pontos panorâmicos. É considerada a principal linha, onde estão as vistas mais famosas do Grand Canyon.

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  • Tusayan Route (linha roxa) Circula do visitor center até a cidade de Tusayna, transportando as pessoas da cidade até dentro do parque. Mas para quem utiliza essa linha é preciso comprar o ticket para entrar no parque, que custa $15 por pessoa.

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Existe também a Desert View, que não é atendida por nenhuma linha de ônibus e você pode ir de carro, ela fica a leste da linha laranja, são 40km que levam até a Desert View Watchtower, uma torre de observação onde se tem vistas privilegiadas do Canyon, pelo caminho existem 7 pontos de parada que incluem o Tusayan Museum.

Mapa da borda sul, e todas as linhas que operam lá dentro.

Eu me surpreendi com o tamanho do parque que está localizado a borda sul, a estrutura é imensa, e vou ser sincera para andar por tudo aquilo, ou pelo menos por  grande parte é preciso mais de um dia, mas nossa intenção era somente contemplar a beleza do Grand Canyon, passamos poucas horas ali dentro, não andamos muito, então não posso detalhar cada ponto de observação, mas só de estar ali olhando aquela grandiosidade toda valeu a pena todo o percurso que fizemos desde Las Vegas. Chegando no parque, a gente passa por uma cabine de bilheteria, compramos nosso ticket que é valido por 7 dias, e dirigimos até o estacionamento, para vocês terem noção só na parte do Grand Canyon Village são 4 parkings.

Paramos nosso carrinho no P3 e fomos achar um bom ponto de observação. Nossa primeira parada foi no Mather Point, e eu ainda não consigo descrever a sensação que foi estar ali e ver aquela coisa enorme e grandiosa bem diante dos meus olhos, a única coisa que passava na minha cabeça era “isso não é real, é uma pintura no céu.” Foi incrível, a coisa mais linda que eu já vi na vida, o lugar mais grandioso, o contato mais intenso que tive com a natureza no “sentir”. Não tem explicação, e nada do que eu disser aqui vai conseguir ilustrar o que foi aquele momento que eu olhei o Grand Canyon pela primeira vez. Fiquei literalmente eufórica, queria tirar foto de cada canto, de cada pedaço dele, cada passo que eu dava, queria uma foto. Andamos um pouco por ali mesmo, não chegamos a pegar nenhuma linha de ônibus nem nos deslocar para outros pontos de observação com o carro, ficamos 2h dentro do parque andando e observando aquela vista sensacional que até agora não tenho palavras para descrever, aquilo é coisa de Deus, bilhões de anos sendo esculpido pelas ações do tempo e sinceramente nem parece real, parecia um quadro, uma pintura, uma miragem, uma visão, tão enorme, tão grandioso, tão profundo e tão REAL, ali diante dos meus olhos.

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Depois de algumas caminhadas tranquilas estávamos famintos, e como achar algum lugar para comer ali naquele lugar enorme? Peguei o mapa que eles dão na entrada e fomos até o Market Plaza, fomos de carro mesmo. Ali tem o Yvapai Lodge, banco, correio e um mercado com lanchonete. Queríamos ter ido até a Desert View, mas já eram 16:30 e tínhamos bons Km’s até Las Vegas e a gente não queria chegar muito tarde no hotel, então pegamos o caminho da roça.

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Ficamos pouco tempo dentro do Grand Canyon National Park, não vou dizer que 2h foram suficientes, porque não foram, a euforia foi tanta que não sentei um pouco e só observei aquela grandiosidade toda diante de mim, mas não tem explicação estar ali. Não me arrependo de ter feito essa viagem bate volta, e se me perguntarem eu indico sim. Melhor do que ir até o Grand Canyon West, pagar cerca de $100 dólares por pessoa (incluindo a foto) e ver a parte que não está dentro do parque nacional, tipo a parte verdadeira, a parte real do Grand Canyon é o South Rim. Era isso que eu queria, e foi isso que fizemos, e ainda fomos pela rota mais famosa e antiga dos Estados Unidos, foi uma experiência única, e só quem faz essa loucura sabe o que quero dizer.

A volta foi muito tranquila, fomos pelo caminho normal, sem desvios, meu namorado voltou dormindo e eu liguei o rádio, acionei o piloto automático e vi o sol se por naquela reta eterna, no total rodamos 910km, chegamos em Vegas por volta das 20:30 e se eu falar que essa foi a noite que mais aproveitamos e fomos dormir mais tarde vocês acreditam? Pois é, foi isso mesmo que aconteceu. A parte mais cansativa de toda essa viagem louca foi depois que saímos de Williams, rodamos uns 95Km até a entrada do parque e acho que pela ansiedade o tempo não passava. O resto como paramos bastante em vários pontos inusitados e interessantes foi super tranquilo, a volta também, eu já tinha descansado bastante na ida e quando paramos para abastecer meu namorado foi pegar o carro e eu não queria dar, dirigir naquelas estradas é muito bom, tudo é muito sinalizado, as pistas são largas e os motoristas super tranquilos, a única coisa mais chatinha é o vento do deserto, cheguei em Vegas com meu braço doendo, temos que segurar o carro reto para ele não andar desvairado pela pista por causa da força do vento, é tão forte que tem horas que o carro dá umas escapadas para o lado, por isso é preciso atenção e firmeza, de resto dirigir por aquelas estradas é maravilhoso.

 

Mapa do nosso percurso total feito no dia, de Las Vegas ao Grand Canyon South Rim pela rota 66, e do Grand Canyon a Las Vegas pela I40

Considerações finais

  • A maioria dos pontos de observação do parque não tem nenhum tipo de grade ou guarda corpo, é o abismo logo em frente, então tomar cuidado é fundamental. No começo fiquei um pouco chocada e com medo, mas depois você se “acostuma” e toma os cuidados necessários.
  • É muito comum achar esquilos pelo parque, eles são suuuper bonzinhos, vem pra cima da gente e querem comida, algumas pessoas até dão, mas tem algumas placas espalhadas pelo caminho dizendo que é proibido alimentar os animais, então não custa respeitar. Mesmo nós não dando nenhum tipo de comida, eles vieram até nós e conseguimos tirar boas fotos e até passar a mão neles.
  • As comidas não são caras, então não precisa fazer estoque para economizar. Levar comidas para a viagem de carro é ideal, ou até fazer um piquenique dentro do parque é super divertido. Mas não precisa se preocupar somente com a economia, pois eu paguei em um combo de lanche, batatinha e refri grande com copo de souvenir uns $10 dólares.
  • Sempre leve um garrafinha de água, apesar de ter bebedores espalhados é importante ter junto uma garrafa, a sede sempre bate quando estamos longe de tudo. Na verdade essa dica é para a vida, eu sempre carrego garrafas em viagens dentro de uma “bolsa emergencial” que também deixo uma nécessaire de remédios, e alguns itens que não da para ficar sem. Mas a princípio no parque use a dica da água.
  • E mais uma vez, faça essa viagem até o Grand Canyon South Rim, não se contente em ir apenas a parte Oeste que é comandada pelos índios, não estou dizendo que não é legal, nem que não é Grand Canyon de verdade, mas a parte mais famosa, mais real disso tudo é a borda sul. O cansaço você recupera dormindo no caminho, e pode ter certeza a sensação de ver aquela coisa grandiosa é impagável.
  • Lembre-se a viagem tem que ser feita bate e volta em pelo menos dois motoristas, para uma pessoa só fica cansativo. Enquanto um descansa o outro dirige, e quando os dois estão acordados o copiloto distrai o motorista.
  • Sim vale a pena, vale muiiiito a pena fazer bate e volta de Las Vegas até a borda sul, e se for pela rota 66 melhor ainda.

Beijos e até o próximo post da viagem, vou contar minha experiência de viajar com o dólar alto e dar algumas dicas legais

Road trip rota 66

Fiz mais uma viagem para a terra do Tio Sam que merece aquele post do jeito que eu adoooro fazer, bem explicadinho, cheio de dicas e detalhes sobre a viagem. Dessa vez fiz o mesmo roteiro da última viagem, sim quando eu gosto de um lugar quero ir só pra lá. Fui com meu namorado, e nós fizemos San Diego, Las Vegas e Los Angeles, mas fizemos coisas diferentes do que da última vez, e o Grand Canyon está incluso nesse roteiro. Quando surgiu a oportunidade da viagem queríamos fazer a Hgw 1, que é aquela estrada maravilhosa que sai de San Francisco até San Diego beirando a costa, maaas como queríamos ir para Vegas, ia ficar meio corrido, então deixamos a costa para a próxima vez e faremos só ela para aproveitar bem as paradas e tal. Então excluindo a Hwg 1 optamos por fazer uma parte da rota 66 que vai até o grand canyon, e realizar meu sonho de ver essa maravilha de pertinho.

Eis que começaram as pesquisas e a gente acha muiiiiita informação no Google sobre o Grand Canyon, mas nós somos ousados, eu na verdade, e sinceramente não queria apenas ir na parte mais pertinho de Vegas, queria o Canyon mesmo, a parte que fica dentro do Parque Nacional, queria ver essa beleza de verdade, como ela é, só que o South Rim fica a 450km de Las Vegas, e a maioria dos sites que achei falaram que era inviável fazer um bate volta, que seria cansativo e não se aproveitaria nada. Mas sou teimosa e depois de muita pesquisa achei dois blogs contando a experiência de fazer essa viagem em um dia, aí me animei mais e com o pouco de informação que achei sobre essa trip doideira, comecei a planejar nossa tão esperada ida ao Grand Canyon South Rim pela rota 66 em um dia. Se você também não achou informações suficientes sobre isso e está pensando em fazer a mesma coisa, vem comigo porque esse post vai ser divido em duas partes, sobre a road trip pela rota 66 e sobre o Grand Canyon National Park, e aposto que  vai te dar o gás que precisava para ir na fé e ver a maravilha que é aquele lugar. Então bora embarcar nessa comigo.

Optamos por fazer essa road trip logo na segunda-feira, chegamos em San Diego na sexta, passamos uma noite lá, e no sábado cedo partimos para Vegas, tiramos o domingo para as compras e nos preparamos para muita estrada na segunda. O plano era acordar as 5h para sair do hotel no máximo as 6h da manhã, já tínhamos deixado tudo pronto, então era só levantar, tomar banho e partir. Maaaaas imprevistos sempre acontecem e quando meu relógio tocou as 4:30 eu coloquei 30 minutos de soneca, só que esqueci o detalhe mais importante, ligar a bendita soneca, eu só selecionei 30 minutos e não iniciei a contagem. E quando meus olhos abriram já eram 6h, acordei o namorado correndo, nos arrumamos e conseguimos sair do hotel 6:45 da manhã, o sol já estava nascendo e não rolou ver ele nascer na estrada, mas tudo bem.

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Nosso primeiro destino era a cidade de Kingman, a primeira cidade da rota 66, ali iniciaríamos nossa verdadeira road trip a caminho do Grand Canyon. Paramos em um posto para abastecer, compramos o café da manhã e partimos por 165km. A rota 66 começa na Andy Devine Ave, que é onde está localizada a Powerhouse Route 66 Museum. Chegamos por volta das 8h e entramos para pegar o carimbo do passaporte da rota 66, eu já havia pedido o meu pelo Brasil e entregaram em casa, então levei e em todos os pontos que tinham para carimbar eu entrava e pedia meu “stamp”,  completando 7 carimbos você retorna ao museu e eles te dão um certificado, infelizmente não consegui 7, mas foi muito legal ir completando alguns pelo caminho, e dá próxima vez pretendo leva-lo para completar o resto e pedir meu certificado, que também pode ser pedido pelo correio. O site para pedir o passaporte é GoKingmam e no campo comment basta escrever “route 66 passport”, aí é só não esquecer de levar na viagem.

Não fizemos o passeio pelo museu, apenas entramos na loja de souvenirs, e no hall de entrada para pegar o carimbo, nosso tempo era meio curto e ainda tínhamos várias outras paradas pela frente. Bem em frente ao museu fica o Mr D’z Route 66 Dinner, um restaurante bem típico americano antigo, dizem que servem ótimas panquecas, como a gente já tinha tomado café, passamos reto. E eis que Sr. meu namorado pirado por Fusca avistou uma loja de peças para carro e resolveu parar, e ali foi o paraíso para ele, não lembro o nome da loja mas fica bem perto do restaurante, na beira da pista, então para quem gosta de peças de carro só passar devagar que não tem erro.

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Nossa segunda parada foi Hackberry, um lugarzinho muiiiito típico, com carros antigos de um lado, uma lojinha cheia de quinquilharias, muitas placas e souvenirs da rota, mais um carimbo, muitas fotos e partiu Peach Springs. A estrada estava tão vazia, vez ou outra passava um carro, e mesmo sendo uma estrada não muito utilizada, é mais uma rota turística, ela é muito bem conservada, sem buracos, lisinha e o mais impressionante, uma reta eterna, conseguimos até parar o carro no acostamento e tirar foto no meio da estrada, pena que não achamos a marca da Route 66, na verdade achamos bem no começo mas a estrada naquele ponto estava bem movimenta, e a marca ficava bem no meio, isolada, ficamos com medo de parar no meio da estrada, não sabíamos se podia.

Em Peach Springs não tem muita coisa legal não, ali é um reserva indígena e porta para o Grand Canyon West, paramos somente no Hualapai Lodge para pegar o carimbo, comprar uma coca e ir ao banheiro. Continuamos nossa road trip fazendo um belo piquenique no carro, tem coisa melhor que isso? Partimos para Seligman, uma cidadezinha bem badaladinha, rua cheia de motos e muitos carros antigos, além de lojinhas e restaurantes, peguei meu carimbo e partimos para a próxima parada, Williams. Uma cidade com maior estrutura, e considerada a porta de entrada para o Grand Canyon. Incrível que não achei o centro de visitantes, andei, perguntei, fui no local que mostrava na foto do passaporte e não era, já estávamos meio “atrasados” e ainda tínhamos 95km até chegar ao Grand Canyon desisti e partimos rumo ao Parque Nacional. A estrada é muito tranquila, muito bonita, é deserto de um lado e deserto do outro, quase não se vê carro e é mão dupla.

Chegamos ao Grand Canyon National Park as 14h, eu estava prevendo chegar meio dia para ficar até as 16h, mas as paradas demoraram mais do que imaginei, fomos bem tranquilos, curtindo cada ponto, cada cantinho e aproveitando a estrada, então nem nos importamos.

Vou deixar para contar sobre o Grand Canyon South Rim em um outro post, ficamos pouco tempo por lá, mas tem bastante coisa para falar sobre ele.

Dicas

  • Os pontos de parada de cada cidade são bem na beira da estrada, então é quase impossível passar despercebido.
  • No passaporte da rota 66 tem a numeração de cada milha onde se encontra o local para pegar o carimbo.
  • O local para carimbar é normalmente o centro de visitantes (Visitor Center), eles são sempre bem sinalizados, e não tem erro. Tirando o de Williams que eu não achei, mas tenho quase certeza que ficava do outro lado da rua e por estar ansiosa para chegar logo deixei passar.
  • Todos os locais tem banheiro, vendem souvenirs e snaks, lanchinhos e bebidas.
  • Os valores dos souvenirs são um pouco mais caros, meu namorado foi deixando para comprar a placa da route 66 e acabou passando, na volta paramos em um posto normal de estrada e ele pagou $15, nas lojas da rota 66 era em torno de $20. Nada muito absurdo, e tem coisas que devemos comprar pois não vamos mais achar em outros lugares, por isso não economize nos souvenirs, são eles que vão te proporcionar as melhores lembranças quando você voltar a rotina.
  • Os atendentes são muito simpáticos, a gente não comprava em toda loja que parava, apenas tirávamos foto, eu pedia o carimbo, íamos ao banheiro e já partíamos para a próxima parada. Não tenha vergonha de pedir o carimbo, eles dão com a maior boa vontade, e muita gente nem sabia da existência desse passaporte, não vi quase ninguém pedindo para carimbar.
  • Leve água e comidinhas no carro, a vigem é longa e os pontos de parada são distantes um dos outros, sem contar que é uma bela economia além de ser uma delicia fazer piquenique enquanto se viaja pela rota mais antiga dos EUA.
  • Tire muitas fotos, quantas puder, a correria é tanta para ir logo a outro lugar que as fotos que você tirar você ainda vai achar pouco.
  • Dirija com cuidado, mas até onde pude perceber não existe radar pela rota 66.
  • A estrada é uma reta eterna, deu sono para e troque com outro motorista.
  • Conselho de amiga, não faça essa viagem de carro sozinho se você pretende fazer bate volta de Vegas ao Grand Canyon, fizemos em dois foi super tranquilo, mas se fosse só um dirigindo a volta seria bem puxada por causa do sono. Na ida eu sempre dava umas cochiladas entre uma cidade e outra, então para voltar estava bem disposta, já meu namorado capotou e foi roncando até Vegas.
  • Abasteça o carro toda vez que o tanque chegar na metade, como as cidades são longe uma das outras não é legal correr o risco de ficar sem gasolina no meio do nada.
  • Faça essa viagem, por mais que todos digam que é loucura, que é longe, que é puxado, que é cansativo, apenas FAÇA, pois vai ser uma das melhores experiências da sua vida.

Nos vemos no próximo post com muiiita informação legal sobre a Borda Sul do Grand Canyon.

Beeeijos

 

 

 

 

 

Testei: Professional Lab Series by Colgate

Há uns quinze dias recebi mais um produtinho mara do The Insiders Brasil para testar, e dessa vez foi a Professional Lab Series by Colgate, a nova escova de dentes da Colgate que promete alta eficiência e ultra conforto. E eu toda ansiosa fui logo testar, confesso que não esperava muito pois era apenas uma escova de dentes, e o que ela podia ter de tãão especial assim para ganhar meu coração!? Porque na verdade a gente não fala de escovas de dentes por aí, a gente fala de maquiagem, cabelo, cosméticos, comida, tudo, MENOS escovas de dentes, mas aí testei a bendita e simplesmente percebi que ela não é igual as outras. Então chega de blá blá blá e vamos ao que interessa, minha opinião sincera sobre algo que nunca na vida imaginei escrever aqui, uma escova de dentes, mas não qualquer uma!

Por que a nova Professional Lab Series by Colgate é especial?

Ela possui a combinação ideal recomendada pelos dentistas:

  • Altamente eficiente na limpeza e remoção de placa bacteriana
  • Extremamente delicada com sua gengiva
  • Cabeça ultra compacta
  • Alta concentração de cerdas retas e ultra macias

Minha primeira impressão assim que abri o pacote que chegou do correio foi “Huuum cabeça pequena, já não gostei. Mas pelo menos ela é brilhante e rosa, justamente a que eu queria, oba.” Foi bem isso que pensei na hora, detesto escovas de dentes com cabeça pequena, acho que não escovam direito, não limpam, não alcançam os dentes do fundo, mas eu não podia negar a bichinha que é simplesmente linda, então fui logo testar, aí a coisa mudou muito de figura. A primeira vez que escovei meus dentes com ela foi beeem lentamente para poder analisar a eficiência, e já de cara percebi o quanto ela é macia e firme, depois reparei que o cabo é mais longo, cheguei até a comparar com minha escova antiga e a Lab Series é bem maior, percebi que isso fez ela se encaixar super bem na minha mão e até parece que alcança mais fundo, e por último lembrei da cabeça pequena, porque mesmo eu não gosto!?

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A Lab Series é muiiiito, mas muiiito macia, mas não é aquele tipo de escova que de tão macia chega a ser mole, ela consegue aliar maciez e firmeza, limpa super bem os dentes, é confortável e não machuca a gengiva nem incomoda, além de ser linda. Me surpreendi muito, nunca imaginei que uma escova de dentes pudesse ser tãão diferente da outra, apesar de saber que existem milhares delas no mercado, nunca acreditei fielmente nas promessas que muitas marcas fazem para esse tipo de produto, sempre pensei “poxa é só uma escova de dentes”, mas depois de testar essa belezinha aí, percebi que sim, uma escova de dentes pode sim cumprir fielmente todas aquelas promessas que a marca faz, e o melhor surpreender o consumidor com um produto tão corriqueiro e indispensável, porque quem vive sem escova de dentes? Você fica sem batom, sem base, até sem shampoos caríssimos, sem perfume, sem roupas da moda e sapatos, mas NUNCA sem escova de dentes.

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Pude comprovar que a Lab Series by Colgate é sim uma escova muito diferente de todas que já usei. E depois de quinze dias usando a bonita fui analisar o estado das cerdas, porque já usei escovas que antes de um mês de uso ela fica espigada, gasta e tenho que troca. Já essa não, ela está ótima, firme, macia e linda.

É uma escova mais cara que as outras? Sim, mas vele a pena. Para quem procura um bom produto, realmente eficiente, vale o gasto, e pode apostar que ela vai durar um pouco mais que a outras, então no final vai compensar muito o investimento. E você pode comprar a nova Professional Lab Series by Colgate nas melhores farmácias e supermercados que estão espalhados pelo nosso Brasilzão!

Um beeeeijo

Testei: Bepantol Derma

A pouco tempo atrás recebi do The Insiders Brasil uma caixinha delícia em casa para testar, com três produtos da linha Bepantol Derma, o creme, o regenerador labial e a solução spray para pele e cabelos. Eu como não sou boba nem nada comecei a usar naquele dia mesmo e vou falar um pouquinho sobre o que achei.

O que eles prometem:

Creme – Hidrata instantaneamente as áreas mais ressecadas do corpo e ajuda na renovação natural da pele pois possui Pró-Vitaminas B5, lanolina e cera de abelha.

Regenerador labial – Protege os lábios contra os radicais livres que envelhecem a pele porque possui em sua formulação Vitamina E é Pró-Vitamina B5.

Solução spray – Hidrata intensamente pele e cabelos de forma prática e eficiente pois possui alta concentração de Pró-Vitamina B5.

O que eu Achei:

  • Creme 

Nessa época eu estava com um machucadinho beem ao lado dos lábios, minha pele ali ficou tão ressecada que ficou meio cortadinho, então foi um dos primeiros lugares que quis testar, além do vão do meu dedão da mão que nessa época do ano fica suuuper seco. Para a minha surpresa em uns 3 dias o machucadinho da boca sumiu, cada dia que eu passava o Bepantol creme acordava com uma sensação de pele mais hidratada e menos incomodo naquela área. E olha que antes de receber esse kit, eu passava toda noite um hidratante labial normal, e não resolvia nada, me surpreendi bastante com esse resultado, realmente o creme hidrata bastante essas áreas que necessitam de cuidados nesse frio.

Usei também na minha orelha, tenho uma certa alergia de bijuterias e as vezes o furo fica meio dolorido e inchadinho, e antes de dormir estou passando um pouco, e quando acordo sinto a área menos inchada, mais hidratada. É claro que ele não é uma pomada anti-inflamatória nem nada, serve apenas para hidratar as áreas mais ressecadas do corpo, mas até que senti uma diferençazinha mínima. Quanto ao vão do dedão da mão, ele tira mesmo aquele aspecto de pele seca, esbranquiçada e que precisa de hidratação.

A textura dele é bem grossa e consistente, você coloca e as vezes fica até difícil de espalhar, mas isso não me atrapalhou em nada, porque quanto mais produto concentrado na área ressecada mais efeito parece que ele faz.

  • Regenerador labial

Estou usando todas as noites e está fazendo uma grande diferença, antes dele eu usava o EOS, que na minha opinião não é tudo isso não, prefiro os baratex do walmart. E sempre tinha que ficar passando ele durante o dia, porque sentia meus lábios ardendo, as vezes não estavam nem tão ressecados, mas ardiam um pouco no decorrer do dia e eu precisava usar um hidratante labial ou batom, qualquer coisa para ajudar a aliviar. Mas depois que comecei a usar o Bepantol regenerador labial antes de dormir não sinto necessidade reaplica-lo durante o dia, até ando com ele na bolsa as vezes, mas nunca precisei. Ele hidrata meeeeeesmo, sinto meus lábios vermelhinhos, vivos, hidratados e não arderam mais depois que comecei a usar Bepantol.

Ele tem uma textura bem engraçada, a primeira vez que passei achei que fosse igual ao creme, denso, grosso e consistente, mas não, ele é leve e molhadinho, super fácil de aplicar e parece que não tenho nada nos lábios.

  • Solução Spray

Quando vi que esse spray podia ser usado no cabelo e na pele pensei “sei não, esse treco vai deixar meu cabelo que já é oleoso super ensebado e pesado, mas vamos lá né, tenho que testar”, e fui na fé e na coragem. Quando espirrei o primeiro jato já me arrependi, mas continuei, espirrei do meio para as pontas e penteei como diz na embalagem, quando vi, meu cabelo estava um treco brilhante e parecia super oleoso, ai que eu me arrependi completamente, mas ainda não sabia se ia penetrar nos fios ou não, então fui dormir e deixei a conclusão para o dia seguinte. Acordei e penteei o cabelo, e para a minha surpresa ele NÃO estava nem ensebado, nem pesado, nem oleoso, pelo contrário meu cabelo estava super macio, sedoso, leve e com aparência saudável além de hidratado da noite para o dia.

Ele é bem líquido, leve e tem cheirinho gostoso. Ainda não passei na pele, mas quero muito testar depois de fazer depilação nas perninhas porque elas sempre ficam ressecadas.

Para ser muiiiito sincera, de verdade de todo meu coração adorei toooodos os produtos que recebi nesse kit, não imaginei que fosse gostar tanto do resultado, eles realmente cumpre muito bem o que prometem e são super milagrosos. Estou muito feliz em poder participar de mais uma campanha incrível do The Insiders Brasil, testar e conhecer produtos maravilhosos.

Você encontra os produtos da linha Bepantol Derma nas melhores farmácias.

Beeeijos

 

Cores do ano 2016 – Azul Serenity e Rose Quartz

A cor elegida pela Pantone para este ano de 2016 foi o Rose Quartz, mas o instituto resolveu eleger mais um cor, que segundo eles também transmite paz e bem estar além de complementar o rosa, apresento-lhes o Azul Serenity, um tom de azul hortência, meio puxado para o lilás, que promete estar com tudo nesse ano.

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Então resolvi mostrar algumas inspirações de looks e acessórios nessa corzinha linda, eu prefiro o rosa, como sou branca pálida gosto de cores mais fortes que não fiquem tipo transparente no meu corpo, apesar de ter peças claras no armário, mas acho que as core escuras me favorecem mais.

Pois bem, vamos ao que interessa…

Adorei a segunda camisa, super linda além de ser uma cor fresquinha para o verão, o cardigã muito me agradou também. Já o casaco não faz muito meu estilo, gosto de cores mais tcham pro frio.

Ai os vestidinhos, lady Kate arrasando e o de festa achei divino. Já os básicos são básicos e vão com tudo em qualquer ocasião.

E já que a intenção da Pantone é unir as duas cores que super se complementam que tal usar as duas cores do ano juntas? Vamos ver como isso vai ficar.

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Vamos aos looks…

Amei o segundo look, achei muito delicado e a cara do verão. A saia também é fofa de mais, e percebam que um jeans claro é quase o azul serenity, só colocar algo rosa e pronto.

Incrível como essas duas cores se complementam e combinam, os looks com as duas ficam lindos, e até um acessório basta para completar.

Pantone acertou em cheio quando elegeu duas cores lindas e delicadas para o verão 2016, agora que já temos algumas inspirações só colocar em prática e arrasar por aí.

Beijos